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Você sabia que cólica menstrual intensa pode indicar algo a mais no seu corpo? - Dr. Alison Moriyama

Clínica Humana | Ginecologia e Obstetrícia

O que é Dismenorreia?

Informações com Dr. Alison Moriyama – Ginecologia e Saúde da Mulher

A dismenorreia é caracterizada por dor pélvica ou abdominal inferior, cíclica ou recorrente, associada à menstruação. É uma das queixas ginecológicas mais comuns durante a vida reprodutiva da mulher, afetando significativamente sua qualidade de vida.

Embora muitas vezes subestimada, a dismenorreia pode indicar condições subjacentes que necessitam de atenção médica adequada.

Quais são os tipos de Dismenorreia?

A dismenorreia é classificada em dois tipos principais:

Dismenorreia Primária:

  • Definição: Dor menstrual sem causa orgânica identificável.
  • Início: Geralmente ocorre 6 a 12 meses após a menarca.
  • Sintomas: Dor tipo cólica em hipogástrio, podendo irradiar para as costas e coxas, acompanhada de náuseas, vômitos, cefaleia e diarreia.
  • Causa: Produção aumentada de prostaglandinas no endométrio, levando à contração uterina intensa.

Dismenorreia Secundária:

  • Definição: Dor menstrual associada a patologias pélvicas identificáveis.
  • Causas comuns: Endometriose, adenomiose, miomas uterinos, doença inflamatória pélvica, uso de dispositivos intrauterinos (DIU).
  • Sintomas: Dor que pode iniciar antes do período menstrual e persistir após o término, podendo ser mais intensa e progressiva.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da dismenorreia envolve:

  • Anamnese detalhada: Avaliação do padrão da dor, início, duração, intensidade e sintomas associados.
  • Exame físico: Para identificar sinais de patologias pélvicas.
  • Exames complementares: Ultrassonografia pélvica (preferencialmente transvaginal) para detectar anomalias uterinas ou ovarianas.
  • Outros exames: Quando necessário, podem ser solicitados exames laboratoriais ou de imagem adicionais para investigação de causas secundárias.

Quais são as opções de tratamento?

O tratamento da dismenorreia depende da sua classificação (primária ou secundária) e da gravidade dos sintomas:

  • Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs): Como ibuprofeno e naproxeno, para reduzir a produção de prostaglandinas e aliviar a dor.
  • Contraceptivos hormonais: Pílulas combinadas, adesivos, anéis vaginais ou DIU hormonal para regular o ciclo menstrual e reduzir a dor.
  • Tratamento da causa subjacente: No caso de dismenorreia secundária, tratar a condição responsável, como endometriose ou miomas.
  • Medidas não farmacológicas: Aplicação de calor local, exercícios físicos regulares, técnicas de relaxamento e mudanças no estilo de vida.
  • Intervenções cirúrgicas: Em casos refratários, procedimentos como laparoscopia podem ser considerados.

Quais são os riscos de não tratar?

Ignorar a dismenorreia pode levar a:

  • Comprometimento da qualidade de vida: Impacto nas atividades diárias, desempenho escolar ou profissional e relações interpessoais.
  • Progressão de doenças subjacentes: Condições como endometriose podem evoluir, causando complicações adicionais.
  • Infertilidade: Algumas causas de dismenorreia secundária, se não tratadas, podem afetar a fertilidade.
  • Desenvolvimento de dor pélvica crônica: A dor persistente pode tornar-se crônica, mesmo após o tratamento da causa inicial.

Dúvidas Frequentes (FAQ) sobre Dismenorreia

É normal sentir cólicas menstruais intensas?

Embora cólicas leves sejam comuns, dores intensas que interferem nas atividades diárias não devem ser consideradas normais e merecem avaliação médica.

Adolescentes podem ter dismenorreia?

Sim. A dismenorreia é comum entre adolescentes, especialmente nos primeiros anos após a menarca.

O uso de anticoncepcionais ajuda a aliviar a dismenorreia?

Sim. Contraceptivos hormonais podem reduzir a intensidade das cólicas menstruais ao regular o ciclo e diminuir a produção de prostaglandinas.

Quando devo procurar um ginecologista?

Se as cólicas menstruais são intensas, persistentes ou acompanhadas de outros sintomas como sangramento irregular, é importante buscar avaliação médica.

A dismenorreia pode afetar a fertilidade?

Em casos de dismenorreia secundária associada a condições como endometriose, a fertilidade pode ser impactada. O diagnóstico e tratamento precoces são essenciais.

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